Com nova formação, a banda retoma o caminho em 2026 e lança “O Começo do Fim” e “Sofrimento Hereditário”, mergulhando em um hardcore denso, guiado por tensão existencial e colapso interno.
Formado em 2018 ainda como I Am Hell, o Eu Sou Inferno construiu sua base entre riffs pesados e urgência de palco, cruzando influências que vão de Black Sabbath ao hardcore melódico. Após encerrar atividades em 2020, o retorno em 2024 já apontava outra direção: nome em português, escrita mais próxima, som mais cru. Agora, com Victor Deaf nos vocais ao lado de Gabriel Nogueira, Tchelu, Felipe Santos e Will Vieira, a banda reorganiza sua estrutura e marca 2026 com dois novos lançamentos que funcionam como ponto de reentrada.
“O Começo do Fim” e “Sofrimento Hereditário” aprofundam essa fase com peso contínuo e tensão constante. O hardcore ganha densidade, atravessado por angústia, ruptura e questionamento da fé. “O Começo do Fim” também ganha videoclipe, dirigido por André Rodrigues e produzido por Victor Deaf, ampliando a atmosfera da faixa. A estética segue direta, sem alívio, apontando um caminho que ainda se desdobra.
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